Escrevi no último post o seguinte: “a revista mais importante do país”, me referindo à revista Veja. Antes de qualquer coisa, uma confissão: tenho o hábito de ler livros, não revistas e jornais impressos. Apenas os leio quando algo me interessa, por essa razão, senti um pezinho na inadequação ao fazer tal afirmação.
Uso este blog já há bastante tempo porque gosto de escrever. Escrevo o que quero, nem sempre livremente, claro, recorro à prudência, de vez em quando. Estampei a minha cara bem na frente, não livremente, claro, escolhi uma foto que considero bonita. Então, tudo aqui é meu e de quem quiser, quem aqui se encontrar. Ainda assim, na grande maioria dos casos, o que já postei, foi compartilhado com as pessoas mais próximas, aquelas com quem eu tenho alguma relação, como já expliquei em “la ragione”, na capa.
Hoje, pela primeira vez, aprovei os comentários de pessoas que eu nem conheço (no último post). Ratifico: é mesmo a revista mais importante do país. Leitores repercutindo uma matéria – por admiração ou indignação, em um post, que embora traga a minha opinião mais verdadeira, tem o fortíssimo viés de uma relação de afeto. Imagino a repercussão em alguns outros lugares. Isso deve ter levantado uma fumaça danada!

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